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Computadores para escolas O programa dos compuatdores nas escolas, foi lançado em 1993 pela Industry Canada e pela Telecom Pioneer com o objectivo de remodelar computadores utilizados assim como o material conexo , doados pelo governo e empresas.
Os computadores são distribuídos às ecolas, bibliotécas e aos organismos reconhecidos de ensino sem fins lucrativos. O Canadá teve a ideia de lançar o projecto para além-fronteiras. Foi assim que países como Angola, Argentina, Chile, Colombia, Quénia, Perú, República Dominicana, África do Sul, Nigéria, Uganda, Gana, Serra Leoa, Ilhas Mauricio, Camarões, Etiopia, Austrália, Países Baixos e a Eslováquia, adoptaram o projecto nos seus respectivos países.
O objectivo deste projecto em Angola é o de trazer a tecnologia de informação às crianças e aos jovens mais desfavorecidos do país, às escolas públicas e às bibiotécas.
Actualmente, Angola já beneficiou da ajuda da CFS Canada no início do programa.
MICROFINANÇAS
A poupança é um instrumento de desenvolvimento e de auto-suficiência para os particulares e instituições. É um pilar para o desenvolvimento de instituições financeiras locais que oferecem a intermediação financeira. A poupança é uma necessidade primária expressa por uma clientela vulnerável. Faz parte de uma oferta diversificada e relevante de produtos e serviços com o objectivo de responder-se às diferentes necessidades de uma clientela vulnerável de uma forma equitativa, com créditos seguros e acesso à sitemas de pagamento. A poupança é sinónimo de liberdade.
Deste modo, o projecto de microfinanças entre a FESA e a Développement International Desjardins (DID), instituição canadiana, tem como objectivo fortalecer a capacidade de actuar e empreender das populações menos favorecidas em Angola, país em transição económica, favorecendo o domínio de instituções financeiras de propriedade colectiva e alcance comunitário.
As intervenções da FESA e da DID baseam-se em certos grandes princípios fundamentais. Estes princípios, que se enunciam mais abaixo, são o motor deste projecto de microfinanças.
Os valores e pilares da FESA e do DID
- O acesso aos serviços financeiros: um dereito para todos
A FESA e o DID pensam que o acesso aos serviços financeiros é um direito e não um privilégio. Por esta razão, os dois parceiros aplicam nos seus esforços inovação no atendimento e na satisfação das necessidades das populações desfavorecidas e marginalizadas por todo o território angolano.
- O desenvolvimento de um património local
Para a FESA e o DID, a constituição de un património local representa unm trampolím para a autonomia. Isto traduz-se, primeiramente, pelo estabelecimento de instituições de propiedade local, isto é, instituições que pertencem maioritariamente à actores locais e não aos estrangeiros.
No centro destas preocupações figura también a captação de poupanças, já que aumenta a independência das comunidades atendidas permitindo-lhes constituir um património individual e colectivo.
Finalmente, as instituições financeiras apoiadas pelo DID apoiam a liderança local e a democracia, já que os actores da comunidade participam nos diferentes aspectos da vida democrática da dua instituição financeira (na tomada de decisões, na gestão, etc.).
- A pessoa no centro das intervenções
Para a FESA e o DID, o dinheiro deve estar ao seviço das pessoas. Nunca o contrário! o mesmo aplica-se aos profissionais da FESA e do DID que colocam a pessoa no centro das suas preocupações durante a realização de cada. A FESA e o DID pensam que, para ser sustentável, a mudança deve fazer-se pelas pessoas e para as pessoas da comunidade. Por este motivo, para a FESA e o DID é fulcral comprometer as pessoas na busca de nova ideias ou soluções, assim como na determinação das suas necessidades. Para a FESA e o DID, as pessoas são recursos valiosos que devem ser protegidos ao longo desta relação.
- Parcerias duradouras
A FESA e o DID esforçam-se em construir projectos significativos e estrurais em matéria de desenvolvimento. Por esta razão é importante estabelecerem-se parcerias duradouras, preservar boas relações com os actores de um projecto.
SAÚDE
A falta de água potável torna as populações mais desfavorecidas de Angola vulneráveis às pandemias de cólera e as infeções. Desta feita, a FESA Canada no quadro da sua missão e objectivos, implementou um programa de envio de medicamentos doados por parceiros como a Health Partners International, com o objectivo de ajudar as populações desfavorecidas. Estes medicamentos são distribuidos aos centros de saúde, hospitais, maternidades do Bengo, do Caxito, do Huambo e de Banguela.
A distribuição no terreno é feita pela FESA que assegura que os medicamentos cheguem às populações isto por intemédio dos hospitais, médicos e infermeiros.
Desde o início deste projecto cinco contentores já foram distribuidos aos hospitais angolanos.
Angola não tendo uma indústria farmacétuica, certas populações do país dependent deste tipo de ajuda concedida em parceria com a Health Partners International.
A falta de água potável, a malaria e autras pandemias, fazem com que a esperança de vida em Angola seja de 42 anos. A taxa de mortalidade infantil é elevada, das 600 000 crianças nascidas 150 000 não chegam aos cinco anos. 65% da população não tem acesso aos cuidados de saúde básicos. 5 milhões de pessoas dos 14 milhões de habitantes dependem de ajudas humanitárias. 5,5% da população vive com o vírus do HIV/SIDA.
A consciência social fez com que as pessoas realizassem que o Estado não podia ser o único actor das questões sociais, a FESA e outros organismos do terceiros sector começaram por traçar metas com o objectivo de se diminuir à pobreza, garantindo educação, saúde e emprego.
Ajuda HumanitÁria Eis a lista de produtos de primeira necessidade que são doados por sociedades e organismos canadianos parceiros da FESA-Canadá:
- Medicamentos, produtos de primeiros socorros, equipamentos de saúde
- Produtos para higiene pessoal
- Vestuários, calçados, acessórios e produtos texteis
- Bicicletas
- Moto-bombas e geradores
- Materiais e equipamentos de construção
- Manuais escolares, CD/DVD
- Computadores, impressoras, Software, telefones
- Óculos usados, próteses, cadeiras de rodas, muletas
A quando da epidemia de Margurg a Fundação efectuou vários envios de medicamentos para conter o avanço do flagelo. |
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